Origens e conflitos das diferentes gerações no contexto profissional

O início das classificações
Antigamente uma geração era definida a cada 25 anos, porém, nos dias de hoje, já não se espera mais um quarto de século para se instaurar uma nova classe genealógica. Atualmente os especialistas apontam que uma nova geração surge a cada 10 anos apenas. Nas empresas, isso implica em pessoas de diferentes idades e costumes vivendo em um mesmo ambiente de trabalho, trocando experiências e gerenciando conflitos em períodos cada vez menores.

A geração Baby Boomer
A Geração Baby Boomer surgiu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Hoje, estas pessoas estão com mais de 45 anos e se caracterizam por gostarem de um emprego fixo e estável. No trabalho seus valores estão fortemente embasados no tempo de serviço, e preferem ser reconhecidas pela sua experiência à sua capacidade de inovação.
O termo em inglês “Baby Boomer” pode ser traduzido livremente para o português como “explosão de bebês”, fenômeno social ocorrido nos Estados unidos no final da Segunda Guerra, ocasião em que os soldados voltaram para suas casas e conceberam filhos em uma mesma época.
Os Boomers também são identificados como inventores da era “paz e amor”, pois tinham aversão aos conflitos armados. Preferiam a música, as artes e todas as outras formas de cultura como instrumentos para evolução humana do que as guerras.
Nos dias de hoje os pertencentes à geração Baby Boomer, em sua maioria, ocupam os cargos de diretoria e gerência nas empresas. Por exercerem funções de chefia, e muitas vezes em nível estratégico, chocam-se diretamente contra as gerações mais jovens no que diz respeito aos seus ideais, o que ocasiona um contraste de comportamento e valores considerável, que já é apreciado com grande cuidado nos setores de recursos humanos e estratégico das organizações, que por sua vez tentam administrar positivamente os conflitos e reverter as diferenças em potenciais de atuação.

A Geração X
Enquanto a Geração Baby Boomer se apresenta como contemporânea ao nascimento da tecnologia a Geração X surge já fazendo uso dos recursos tecnológicos promovidos por sua geração precursora. Surgida em meados da década de 60 e estendendo-se até o final dos anos 1970, essa geração vivenciou no Brasil acontecimentos como as “Diretas Já” e o fim da ditadura.
No meio profissional a Geração X é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo, além de apresentar insegurança em perder o emprego por pessoas mais novas e com mais energia. Estas formam a sucessora da Geração X: a Geração Y.

A Geração Y
Nasce então na década de 80 a Geração Y, que em pouco tempo de vida já presenciou os maiores avanços na tecnologia e diversas quebras de paradigma do mercado de trabalho. Por conseguinte, num ambiente tão inovador, a Geração Y se individualiza ao apresentar características como capacidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo, como ouvir música, navegar na internet, ler os e-mails, entre várias outras que, em tese, não atrapalham os seus afazeres profissionais. Essa geração também apresenta um desejo constante por novas experiências, o que no trabalho resulta em querer uma ascensão rápida, que a promova de cargos em períodos relativamente curtos e de maneira contínua.
Os perfis da Geração X e Y são bastante diferentes quando colocados em comparação os seus comportamentos. Enquanto o X prefere tranquilidade o Y quer movimento; o Y deseja inovar a qualquer custo, já o X prefere a estabilidade e o equilíbrio. Tais contrastes apresentam uma dificuldade para as empresas que possuem colaboradores da Geração X subordinados a Geração Y. A maioria dos mais velhos não aceita com naturalidade um comando imposto por um mais novo, que por sua vez acha morosa demais as decisões dos mais velhos.
Nos dias de hoje e em meio a tanta diferença de valores, para as organizações a preferência se dá pela capacidade de cada profissional e não mais pelo tempo de trabalho. Embora a experiência conte muito na tomada de decisão a competência de cada um em função da demanda por execuções mais rápidas torna-se o fator primordial para a contratação, delegação de funções e promoções dentro de uma empresa.

A Geração Z
Os jovens nascidos em meados dos anos noventa forma o conjunto da Geração Z. Estes ainda não estão inseridos no mercado de trabalho, mas já são motivo de reflexão por conta do seu comportamento individualista e de certa forma antissocial.
A Geração Z é contemporânea a uma realidade conectada à Internet, em que os valores familiares, como sentar-se à mesa e conversar com os pais, não são tão expressivos quanto aos contatos virtuais estabelecidos pelos jovens na Web. Formada pelos que ainda não saíram da escola e ainda não decidiram a profissão a ser exercida no futuro a Geração Z também se destaca por sua excentricidade.
Os jovens da Geração Z apresentam um perfil mais imediatista. Querem tudo para agora e não têm paciência com os mais velhos quando estes precisam de ajuda com algum equipamento eletrônico ou algum novo recurso da informática. Esse tipo de atitude sugere que tais jovens terão sérios problemas no mercado de trabalho, quando serão exigidas habilidades para se trabalhar em equipe. O trabalho coletivo demanda respeito e tolerância, virtudes em escassez nos jovens da Geração Z.

Conclusão
Independente da geração a que o profissional pertença, o objetivo principal de uma empresa é obter lucro. Para essa finalidade não existe uma receita absoluta, porém, para se estabelecer, ela exige um requisito básico dos colaboradores envolvidos, que é a capacidade de se trabalhar em equipe. Em qualquer que seja a organização multisetorial, nenhum profissional é dotado de todas as competências necessárias a todos os seus processos, desde o atendimento até a produção. A evolução profissional individual sempre depende do aprendizado, que por sua vez depende da troca de experiências. Essa troca só é possível de pessoa para pessoa e geralmente a faixa etária não é equivalente.
Todas as gerações têm a ensinar umas às outras e feliz daquele que é capaz de ouvir corretamente e se impor corretamente. Mas o que é ser correto? O comportamento correto é aquele que visa o equilíbrio, sem excessos. Um profissional mais velho, mesmo tendendo naturalmente ao conservadorismo, precisa compreender que o mais novo possui os atributos da inovação, da energia, da motivação e da habilidade em lidar com o novo. Assim as gerações mais antigas dependem dessas características alheias para se renovarem diante de um novo cenário dos negócios. Hoje tudo está conectado e as tarefas a serem executadas pelas pessoas dependem dessa conexão.
Já os mais novos, independente da sua competência e da sua aptidão para o exercício aprimorado de suas funções, precisam atingir o equilíbrio através da sobriedade dos mais velhos. As gerações mais antigas têm a capacidade bem definida de pensar estrategicamente, o que torna suas decisões estatisticamente mais acertadas. Enquanto o jovem pode inovar constantemente por meio das suas ideias os profissionais das gerações anteriores viabilizam a inovação sem os prejuízos que estas podem causar por não terem sido concebidas de maneira estratégica.
Atualmente, muitos líderes das gerações Baby Boomer e X estão se tornando cada vez mais Y. Isso devido ao crescimento exponencial do volume de informações que devem ser consumidas diária e instantaneamente. Embora a maioria dos executivos tenham tido sua formação e inicio de carreira em uma época diferente da de hoje, eles começam a esboçar um novo perfil de comportamento diante de uma nova realidade: ou se envolvem ou serão envolvidos.
Portanto, a empresa do futuro se apresentará como aquela que será capaz de conciliar diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho, extraindo o que cada profissional tem de melhor e equilibrando os potenciais individuais em função do bem estar coletivo.

Fonte: Jornal da Globo (matéria disponível em https://www.youtube.com/watch?v=I65De0L971w)

Anderson Carvalho
Consultor Web
Graduado em Ciência da Computação
Especialista em Consultoria Web


domingo, 1 abril - 2012
por Anderson Carvalho


  1. wagner bovo on domingo 1, 2012

    Caro Anderson, apesar de quase um ano, sua analise das gerações está muito clara e muito proximo a realidade geral. Parabéns pela capacidade de observação. Realmente as gerações terão que conviver em harmonia, as empresas terão que saber criar lideres que consigam absorver todas ideologias e gerirem com democracia.

  2. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Wagner.
    No meu ponto de vista, esse deve ser o espírito a ser desenvolvido dentro das corporações. Pena que, na prática, tudo aponta que será mais difícil do que desejamos.
    Vamos em frente!

    Abraços.

  3. Isabelle on domingo 1, 2012

    Adorei seu texto sobre gerações, mas gostaria de saber qual é a geração que você pertence?

  4. guilherme on domingo 1, 2012

    muito bom esse seu ponto de vista. vai ser muito útil no meu trabalho de facu.

  5. linda gih on domingo 1, 2012

    muuuuuuiiiiiiiiiiiitoooooo importante
    obrgd vcs me ajudaram muito no meu trabalho

  6. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Isabelle.
    Final da X início da Y.

    Obrigado.

  7. Anderson on domingo 1, 2012

    Fico feliz Guilherme.

    Obrigado.

  8. Anderson on domingo 1, 2012

    Bacana! Sinta-se à vontade.

    Obrigado.

  9. Décio on domingo 1, 2012

    Excelente explanação, dá uma ideia rápida do assunto.
    Penso que é preciso uma integração efetiva, baseada sempre do equilíbrio nas ações e nos pensamentos para que possamos conviver coletivamente, inseridos em grupos de trabalho ou equipes que consigam interagir de forma a sustentar uma determinada organização.
    Contrariamente a muitos, penso que temos na mão um grande potencial humano para um crescimento social fantástico. Porém, o que me preocupa é a forma e o despreparo de muitos da área educacional..

  10. Anderson on domingo 1, 2012

    Compartilho da sua preocupação Décio.
    Grande abraço!

  11. Joice on domingo 1, 2012

    Caro Anderson

    Gostaria de citar um trecho do seu artigo em um projeto cientifico de mestrado podria por favor me enviar seu sobrenome por e-mail para pode citá-lo se me permitir?

    att

  12. Anderson on domingo 1, 2012

    Seria uma honra Joice.

    Vou enviar-lhe um e-mail.

    Obrigado.

  13. odaisa on domingo 1, 2012

    encontrei oque estava procurando! muito bom este texto, tirou minhas dúvidas,.

  14. Matheus on domingo 1, 2012

    Caro Anderson,

    Semelhante a Joice, estou fazendo uma monografia e gostaria de citar um trecho de seu trabalho.Se permitir,poderia enviar-me seu sobrenome por e-mail?

    Grato

  15. Bruna Carolina Rezende on domingo 1, 2012

    Caro Anderson,

    Assim como Joice gostaria de citar trechos de seu artigo em meu projeto experimental, peço permissão para o fazê-lo e solicito a gentileza de me encaminhar seu sobrenome.

    Atenciosamente,

    Bruna.

  16. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Bruna.

    Sinta-se à vontade.
    É sempre uma honra.

  17. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Matheus.

    Certamente que sim.

    Me sinto honrado.

  18. vander on domingo 1, 2012

    Seu texto me ajudou muito nas minhas pesquisas da faculdade, gostaria de citar alguns trechos, se posivel me mande seu sobrenome por e-mail, para eu fazer a citação

    grato

  19. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Vander.
    Fico feliz em saber. Sinta-se à vontade em citar algum trecho. Peço apenas a gentileza de considerar a fonte de pesquisa.
    Grande abraço!

    Anderson Carvalho

  20. vander on domingo 1, 2012

    Obrigado Anderson,
    pode deixar que citarei a fonte de pesquisa,
    muito obrigado, e parabens pelo texto,
    me ajudou muito

  21. Gleika on domingo 1, 2012

    Olá Anderson, assim como muitos leram seu ponto de vista sobre a gerações, também estou fazendo meu trabalho de conclusão, gostaria de citar você, se for possivel me envia seu nome completo por e-mail.

    obrigada!

  22. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Gleika.

    Pedido atendido.
    Muito obrigado pela leitura.
    Faça bom proveito.

  23. gleika on domingo 1, 2012

    Obrigada Anderson, está sendo de grande ajuda!

  24. Alessandra on domingo 1, 2012

    A sua visão me ajudou na escolha do meu pré projeto de monografia.

  25. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Alessandra.
    Bacana, fico feliz em poder ter ajudado.

  26. Dennis on domingo 1, 2012

    Parabéns pelo texto!

  27. Jorge on domingo 1, 2012

    Parabéns, Anderson!!!! Excelente texto… acho que vc vai ser um dos autores mais citados em monografia da atualidade! hehehehehe… Sou do início da geração Y, me sentindo muito X, simpatizado pela historicidade dos baby boomers e preocupado com a geração Z… Já nem sei mais o que sou! hehhehehehehe… Mais uma vez, parabéns pelo texto.

  28. Anderson on domingo 1, 2012

    Rsrsrsrs. Muito obrigado Jorge!
    Se te conforta, eu também me sinto perdidão. rsrsr
    Grande abraço!

  29. Paula on domingo 1, 2012

    olá Anderson, adorei o artigo e gostaria de citá-lo em um projeto, assim como vários já o fizeram, poderia por gentileza me encaminhar seus dados.

    Obrigada!

  30. Karine on domingo 1, 2012

    Excelente texto. Me ajudou muito em meu trabalho. Parabéns!

  31. Alessandra Vale on domingo 1, 2012

    Muito obrigado….
    Me ajudou muitooooo….
    E adorei o artigo….
    Legal!!!

  32. Elaine Oliveira on domingo 1, 2012

    Oie,

    Anderson, Gostaria de citar um trecho de seu trabalho em minha pesquisa, Seria possível me enviar seu sobre nome? Grata.

  33. Sergio on domingo 1, 2012

    Ola Anderson. Sua exposição é muito interessante, principalmente quando você disserta sobre a interação das gerações. Gostaria de acrescentar que em meu trabalho atual tenho contato até com as gerações mais antigas e posso assegurar que todos estão se adaptando ao entendimento da experiencia com a realização. Quem faz algo hoje sem consultar a internet? Quem não tem um celular multifuncional? Em minhas palestras sobre mídia digital costumo salientar a comunicação de 2 vias a qual nunca foi vista por nenhuma geração.
    Se me permite gostaria do seu nome, pois vou cita-lo nas minhas apresentações e compilar alguns trechos de sua pesquisa. Se tiver algum material mais recente, eu gostaria de vê-lo também.
    Para quem perguntar sobre minha idade, estou prestes a completar 62 anos e meu trabalho é ancorar entrevistas com expositores de feiras comerciais.
    Abraços

  34. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Sergio.
    Obrigado pelo reconhecimento.
    É sempre uma honra poder colaborar. Sinta-se à vontade em citar meu texto em seus trabalhos.
    Mais detalhes, lhe respondo por e-mail.

    Forte abraço!

  35. sfcunha@ceratti.com.br on domingo 1, 2012

    muito bom

  36. Pedro cAMARGO on domingo 1, 2012

    Não acredito na harmonia perfeita entre gerações que se tornaram demasiadamente distintas em tão pouco tempo.
    Mas acredito que cada corporação tem um perfil que necessite de um mix adequado dessas gerações.
    O conflito entre as gerações pode muitas vezes trazer o movimento necessário de forma a evitar tanto a acomodação parasitaria, como a euforia desmedida e sem colunas estruturais solidas.

  37. Adriana on domingo 1, 2012

    Olá Anderson.
    Que coisa dificil que vem pela frente, não sei se fico feliz por poder através de suas definições antever o mercado profissional ou se fico triste com tal realidade. Tenho tres filhos de 16, 19 e 23 anos, e como é dificil até dentro de casa conseguir o ‘trabalho em grupo’. Não desisto por que sei que como mãe não devo, mas peço a Deus que dê capacidade pra meus filhos entenderem a necessidade de equilibrio pra tudo na vida. Gostei muito do seu texto e que pena não ter acesso enquanto trabalhei fora de casa, mas com certeza vou extrair muitas coisas para reagir melhor frente a tantas geraçoes com que convivo e com mais o que virá.
    Um grande abraço.

  38. Anderson on domingo 1, 2012

    Interessante ponto de vista Pedro.

  39. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Adriana.
    Muito obrigado por compartilhar sua experiência.
    Me sinto extremamente honrado e feliz por, de alguma forma, ser útil.
    Você utilizou no comentário uma palavra de que gosto muito, “equilíbrio”. Quem dera nós e todos os que cruzam nossas vidas (familiares, amigos, chefes, etc.) pudesse sempre fazer uso das decisões mais sensatas. Um ensinamento oriental de que gosto muito é o “caminho do meio”. A capacidade de abdicar-se dos extremos, eis uma virtude difícil nos dias de hoje. Mas, ainda tenho fé no ser humano. Tudo indica que quem está aberto a romper com seus próprios paradigmas mais facilmente se adapta e consequentemente alcança o sucesso.
    Não fique triste, alegre-se! Afinal, a diversidade é o que efetivamente nos enriquece.
    Grande abraço Adriana!

  40. Kelli on domingo 1, 2012

    Anderson, seria possível você estar me passando seu nome completo, pois, estou fazendo um trabalho para a faculdade e gostaria de citar um trecho do seu artigo :) aguardo retorno.

  41. Anderson on domingo 1, 2012

    Olá Kelli.
    Anderson Carvalho
    Desde já, agradeço o reconhecimento.

  42. Everthon on domingo 1, 2012

    Olá Anderson! Lembro de quando vc havia me falado deste texto em uma de nossas tantas conversas da antiga república que vc abandonou rsrs! Parabéns pelo texto e pela sua repercussão! Sdds. Gde abraço!

  43. Anderson Carvalho on domingo 1, 2012

    Eeeee Sr. Everthon, verdade! Quantos papos filosóficos. Quase salvamos o planeta, hein?!
    Grande abraço!

  44. Everthon on domingo 1, 2012

    Kkkkkk… Quase, quase… Rsrs. Grade abraço!

  45. leticia monteiro on domingo 1, 2012

    se tivesse estudado isso nao teria duvidas na prova

  46. chiu auau on domingo 1, 2012

    Mui cónviencientt…

  47. viniciuscalandrine on domingo 1, 2012

    muito obrigado

  48. Anonimo on domingo 1, 2012

    Ótimo e esclarecedor!

  49. Juliano on domingo 1, 2012

    Tirando que vc copiou os textos da reportagem do Jornal da Gloho, tudo certo. CÓPIA DO MATERIAL DO JORNAL DA GLOBO. PLÁGIO É CRIME.

  50. Anderson Carvalho on domingo 1, 2012

    Olá Juliano.
    Realmente o texto foi produzido com base em uma reportagem televisiva da Rede Globo.
    Porém, o material foi utilizado como referência nas pesquisas e não transcrito integralmente, o que poderia caracterizar plágio.
    Também posso garantir categoricamente que a conclusão do artigo é de minha inteira autoria, baseada nas minhas experiências pessoais e profissionais.
    Aproveito para agradecê-lo pelo seu comentário, pois o mesmo me atentou para um descuido: apresentar a fonte de pesquisa.

    Um abraço!


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